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Homem encontra gatinho escondido na roda do caminhão e manda mensagem para a esposa perguntando se podia levar para casa

Um homem encontrou um gatinho minúsculo embaixo de um caminhão, e não resistiu: tirou uma foto super fofa e enviou para a esposa, perguntando se podia levá-lo para casa. “Como dizer não para essa carinha?”, respondeu a esposa.

O gatinho estava inicialmente com a mãe, que fugiu e deixou o pequenino para trás. O homem ainda procurou pela mãe, esperou para ver se ela voltava e ainda vasculhou todo o local em busca de outros filhotes, mas não encontrou. Com pena de deixar o gatinho lá, levou para casa.

A mãe do filhote é uma gata que vive na rua, e que já tentaram capturar, sem sucesso.
O homem ficou próximo do gatinho, que estava muito assustado, até que ele sentisse confiança e se aproximasse. Assim, Ele o pegou e levou direto ao veterinário, onde ele tomou as vacinas e recebeu os primeiros cuidados. Foi aí que descobriram que na verdade era uma menina, e que tinha apenas cerca de 1 mês de vida. Ela ganhou o nome de Axel.

“Agora ela está deitada no sofá com a barriguinha cheia. A vida melhorou muito para ela nas últimas 2 semanas. Ela ficou super a vontade em casa com nosso outro gato de 19 anos e com o cachorro de 2 anos.”, contou o humano.

Fonte: Cat Club

Você sabia? Menstruação em cadelas requer atenção e cuidados

Na verdade, não se trata exatamente de menstruação, ao contrário do que a maioria das pessoas pensam. As cadelas não possuem ciclo menstrual. O que acontece com elas é o chamado de ciclo estral, que possui fases de cio com características bastante específicas.

Maturidade sexual

As cadelas alcançam a maturidade sexual em idades bastante variáveis. Em raças de pequeno porte, o primeiro ciclo astral pode acontecer em torno de sete a 10 meses, enquanto nas raças de grande porte isso pode acontecer até o segundo ano de vida.

As cadelas, a partir do primeiro cio, terão, em média, entre 1 e 2 ciclos ao ano até o término da vida, ao contrário do que acontece com as mulheres, uma vez que não possuem supressão de cio em função de idade avançada. Mas o tempo entre um cio e outro pode variar muito de acordo com o porte do animal, raça, idade, condições de saúde, nutrição, entre outros fatores.

Ciclo estral

1ª fase: Proestro
O proestro é como chamamos a primeira fase do ciclo estral em cadelas. Com duração entre nove e 10 dias, essa fase é caracterizada pelo inchaço da região vaginal. É nesse período que acontece a “descarga vaginal sanguinolenta”, que é confundida com a menstruação. Nessa fase, no corpo do animal se prepara a ovulação para a posterior geração. Durante o proestro, a fêmea não aceita o macho.

2ª fase: Estro – cio
Durante a fase conhecida como estro, de duração de aproximadamente nove dias, ocorre a ovulação, e é o período “fértil” da cadela, em que ela aceita o macho.

3ª fase: Diestro
Essa fase dura em torno 70 dias e acontece independentemente de haver gestação ou não. O equilíbrio hormonal, durante esse período, fará com que a cadela se comporte de forma semelhante a uma gestação. Nesse período, inclusive, acontecem as falsas gestações, mais conhecidas como gravidez psicológica. Quando não estiverem grávidas, as fêmeas podem “adotar” animais ou brinquedos. Durante o diestro não há aceitação do macho.

4ª fase: Anestro
Durante o anestro, que dura em torno de 130 dias, a cadela apresenta uma fase de certa estabilidade hormonal, que é como se fosse uma fase de repouso para o corpo do animal e de preparo para o próximo ciclo.


Dicas

Caso o cachorro fique dentro de casa e o sangramento possa ser um inconveniente, existem fraldas absorventes que são próprias para cães que poderão ser úteis, evitando que o sangue cause manchas indesejadas na casa.

Considere a opção da castração caso não deseje que a fêmea tenha filhotes, uma vez que essa fase pode gerar inconvenientes de filhotes indesejados, mais cães abandonados.

Desconsidere qualquer sugestão da utilização de hormônios em cadelas para evitar o cio, uma vez que causam problemas hormonais e tumores nas mamas e nos órgãos reprodutivos. O ideal mesmo é a castração, que além de trazer tranquilidade ao tutor, evita muitos problemas de saúde e gerais.

 

Fonte: Clube para Cachorro

É saudável dormir com animais de estimação na cama?

Segundo a Associação Americana de Produtos Pets, o hábito dos animais de estimação dividir a cama com seus donos não é incomum. De acordo com uma pesquisa recente, quase metade dos cães domiciliados dormem na mesma cama que seus donos. A pesquisa constatou que 62% dos cães de pequeno porte, 41% dos cães de médio porte e 32% dos cães de grande porte dormem na cama dos seus donos. A mesma pesquisa descobriu que 62% dos gatos dormem na cama dos adultos e 13% nas camas das crianças.

No Brasil, acreditamos que os números não sejam muito diferentes.

Dividir a cama é um hábito antigo que remonta o processo de evolução canina e de seu relacionamento com o homem. Se antigamente eles dormiam junto como forma de proteção e, principalmente, para se protegerem do frio, hoje esse hábito tem fatores psicológicos e comportamentais importantes para as duas espécies.

A cama do dono representa no universo canino o mais alto degrau na hierarquia da matilha e por isso é tão desejada e pode se permitido, tornar se um troféu conquistado e que dificilmente vai querer abandonar.

Já para os gatos representam uma extensão natural de seu território além de ser muito aconchegante.

É saudável dormir com animais de estimação?

Separamos respostas para algumas dúvidas frequentes. Confira:

1 – Animais podem dormir com os seus donos? Esse hábito é ruim?

Do ponto de vista psicológico, pode até ajudar as pessoas em relação à autoestima e segurança. Porém, dividir a cama com um animal de estimação pode atrapalhar a qualidade do sono, principalmente para pessoas que têm sono leve e dificuldades para dormir, pois estarão sempre preocupados em não machucar ou incomodar o seu pet. Pessoas casadas que dividem a mesma cama podem ter, nesse hábito, um motivo de discussão, principalmente se o hábito não for consenso. Outro problema encontrado é quando existem mais que um cão na mesma casa, por que isso implicaria em vários animais na mesma cama e, possivelmente, menos espaço e mais disputa territorial.

2 – Quais doenças podem ser transmitidas?

Do ponto de vista de saúde e higiene, pode ser um hábito não aprovado pela maioria dos profissionais de saúde. Para pessoas alérgicas ou com asma, esse hábito é completamente contraindicado. Inclusive, o animal não deve dividir nem mesmo o mesmo quarto com o seu dono. Em relação às doenças, acredita-se que, em animais vacinados e com controle adequado de parasitas (ácaros, pulgas, carrapatos e piolhos) e de vermes intestinais (giardia, toxoplasmose para os gatos, tênias e outros vermes intestinais), não exista maior risco que dividir um sofá, o colo ou mesmo outras partes da casa.

3 – Como fazer para evitar o risco de transmissão de doenças?

Vacinação regular, visita regulares ao médico veterinário, controle de parasitas (endoparasitas e ectoparasitas), banhos regulares, manter o pelo aparado, escovação diária dos dentes e lavar os patas depois dos passeios devem ser medidas adotadas nesses casos.

4 – Em quais situações o hábito é contraindicado?

Não recomendamos esse hábito para pessoas sabidamente alérgicas, pessoas idosas e/ou imunossuprimidas, crianças e, principalmente, junto com bebês. Não podemos esquecer de que o lindo e gracioso filhotinho um dia vai ser tornar adulto e, no caso de raças grandes, vai ficar literalmente grande para dividir o mesmo espaço. Além disso, animais idosos podem não ter controle adequado de urina e fezes e, uma vez que foram acostumados a dividir a cama, isso pode se tornar na velhice um grande problema.

5 – O hábito pode causar apego exagerado do animal ao dono ou outro problema psicológico?

Sim. Uma vez permitido dividir a cama com o seu dono, o cão passa a se considerar aceito junto ao líder da matilha e, nos casos de cães dominantes ou mais agressivos, isso pode vir a se tornar um problema com o dono, outras pessoas da família e outros animais da casa. É muito comum o cão dominante não deixar outra pessoa se aproximar da cama de seu dono e, muitas vezes, protege o local com latidos e mordidas. A partir de então, pode tornar se um grande problema colocar esse cão para dormir em outro local O mesmo acontece com os gatos: se colocados para fora da cama que estavam acostumados a dormir, podem desenvolver alteração de comportamento com hábitos de agressividade, destruição do ambiente (principalmente gatos) e demarcação de território.

6 – Quais as consequências para o animalzinho?

O animal vai adorar dormir na mesma cama do dono e vai se sentir literalmente o “dono da cama”. Caso seja impedido de manter esse privilégio, o seu comportamento pode tornar-se agressivo ou depressivo, iniciar automutilação, demarcação de território entre outros.

7 – Quais devem ser os cuidados na hora de dormir para que ambos tenham uma boa noite de sono?

A nossa recomendação é que cada um tenha a sua própria cama e que dividam o sofá ou outros momentos do dia e do convívio. Caso venham a dividir a mesma cama, ela deve ser grande e espaçosa e cada um deve ter o seu cobertor para um não atrapalhar o sono do outro.

Fonte: Pet Care

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A saúde do meu pet

Quando adquirimos ou ganhamos um animal de estimação, devemos estar cientes  que, se for um cão ou um gato, por exemplo, podem te fazer companhia por até mais de 15 anos! Desta forma, eles precisarão de  cuidados básicos para terem uma vida com saúde e alegria!

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