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Pet Na Folia: Cuidados Especiais Para Curtir O Carnaval

O Carnaval é o período do ano mais esperado por quem gosta de muita festa, música e calor. Mas quem quer cair na folia com o animal de estimação não pode esquecer dos cuidados especiais que eles precisam nesta época. Seja para viajar, desfilar pelos blocos ou mesmo aproveitar os dias do Momo em casa, os proprietários devem ficar atentos, principalmente com as altas temperaturas, a agitação e a fantasia que escolher para o bichinho.

O que muitos donos de pets não sabem é que os animais não são muito adeptos a festas e a mudança repentina na rotina pode causar estresse. "É necessário ficar atento ao comportamento do animal. Geralmente, cães não se sentem confortáveis em ambientes com muitas pessoas e música alta. Qualquer alteração no comportamento, como agressividade ou medo, pode denotar estresse, potencializando os riscos de fuga, atropelamento e acidente. Por isso, é fundamental o uso da coleira e do bom senso para saber o momento certo de encerrar a atividade. Outro problema, muito frequente nesta época, é a intoxicação por alimentos impróprios ou por ingestão de bitucas de cigarro, confetes e até botões e peças de fantasias", alerta Andressa Felisbino, veterinária da DrogaVET.

A profissional também ressalta que, assim como os humanos, os animais devem estar sempre bem hidratos. "É fundamental levar um potinho e uma garrafinha com água fresca, para o pet não desidratar. Além disso, é sempre bom lembrar de passar o filtro solar, para protegê-lo do sol, principalmente, no focinho e orelhas", afirma Andressa.

Se o dono quer fantasiar o melhor amigo para entrar no clima do Carnaval, há alguns cuidados importantes. "Procure vestir o bichinho alguns dias antes da folia, assim, ele já vai se acostumando com a roupinha e você conseguirá perceber se ele se sente à vontade ou não com a vestimenta. Outro ponto fundamental é verificar se o tamanho é o certo para o seu pet. O recomendado é que haja espaço para, pelo menos, três dedos entre a roupa e a pele do animal. Tome cuidado com o tipo de tecido também, pois os cães, por exemplo, têm mais dificuldades em transpirar, o que pode comprometer a diversão bichinho", comenta a profissional.

Se a pessoa é \"mãe\" ou "pai" de primeira viagem, tem um filhotinho e não sabe se deve levá-lo para a agitação a orientação da profissional é clara: filhotes não devem sair de casa e ter contato com outros animais, se ainda não forem vacinados. "É preferível deixar o pequenino em casa, com algum amigo ou parente, pois ainda são frágeis e podem se assustar com muito mais facilidade", enfatiza.

Para quem vai viajar, a dica é sempre deixar o carro arejado, levar água fresca e tapete higiênico e realizar paradas de hora em hora para o animal descansar, esticar as patas e andar um pouco. "Caso a viagem for para o litoral, é preciso que as vacinas estejam em dia, pois há muitos animais de rua que podem transmitir doenças e parasitas. Outro cuidado importante é na hora de curtir a praia, não é recomendado que o pet fique na areia, porque ele pode acabar defecando e transmitindo doenças aos humanos. Além disso, é preciso ficar atento para que o bichinho não se perca ou fuja em meio a tantas pessoas", finaliza a veterinária.

 

Portal Segs

Regras de condomínio não podem proibir morador de ter animal doméstico

Quando há conflito entre dois direitos, o que deve prevalecer é o que possui maior peso relativo, desde que não cause qualquer dano a terceiros. Assim entendeu o desembargador Kisleu Dias Maciel Filho, do Tribunal de Justiça de Goiás, ao permitir que um morador de um condomínio pode manter seu animal doméstico no apartamento.

Em decisão monocrática, o desembargador também anulou a cláusula do regulamento interno do condomínio que proíbe a permanência de quaisquer espécies de animal. O desembargador destacou que, para prevalecer a proibição sobre a existência de animais no condomínio, é preciso comprovar prejuízo à saúde e à segurança dos outros moradores.

“O direito de propriedade do autor de manter animal doméstico de pequeno porte em sua unidade não pode ser tolhido em razão de norma prevista em convenção de condomínio, quando o exercício de tal direito não causa nenhuma perturbação, desconforto ou risco aos demais condôminos, sob pena de implicar restrições ao uso da sua propriedade”, registrou na decisão.

O direito do morador de manter seu animal em seu apartamento já havia sido confirmado em primeiro grau pelo juiz Rodrigo de Melo Brustolin, da 3ª Vara Cível da comarca de Rio Verde.

O condomínio alegava na ação que a permanência de animais no edifício foi proibida pela maioria dos moradores em votação durante assembleia deveria prevalecer. Também argumentou que não é relevante para o debate o potencial ofensivo do animal, conforme citou o tutor do animal.

De acordo com o Kisleu Filho, apesar de a regra que rege a relação entre os moradores ser resultado da vontade da maioria, essa limitação não pode ser verdade absoluta. “O juiz a quo entendeu que a proibição genérica da presença de animais em condomínios tem sido flexibilizada pela jurisprudência, principalmente quando se trata de animal de estimação de pequeno porte e que não seja nocivo nem afete a tranquilidade dos demais condôminos.”

Kisleu Filho citou que quando há esse tipo de conflito, deve prevalecer o direito de maior peso relativo, desde que não haja qualquer dano a terceiros. “Não se evidenciam motivos suficientes para proibir a permanência do animal no condomínio, pois não se está diante de uso anormal da propriedade, conforme previsto no artigo 1.277, do Código Civil de 2002”, finalizou o desembargador. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-GO.

Clique aqui para ver a decisão.

Fonte: Consultor Jurídico.

Ganhei um filhote, o que fazer na primeira noite dele comigo?

É natural que o filhote estranhe seu novo lar nos primeiros dias. Assim, é importante ser compreensivo, carinhoso e atencioso com ele neste período de transição para facilitar sua adaptação. Durante a noite, cubra-o com um pano, que pode ter sido retirado do canil e terá o cheiro de sua mãe, para que ele se sinta mais protegido. Relógios mecânicos podem simular os batimentos cardíacos maternos e ajudar na primeira noite. Evite alterar a alimentação do filhote nas primeiras semanas.

Um filhote de até 3 meses de idade costuma dormir bastante (até 80% do tempo), desta maneira evite acordá-lo com muita freqüência ou pegá-lo de qualquer maneira. Não o deixe sozinho por muito tempo ou próximo a locais barulhentos e repletos de pessoas. Não permita que crianças brinquem em demasia com ele e o tratem como um brinquedo.

É importante que o filhote tenha um canto só dele onde se sinta seguro e confortável. Este local dependerá da raça e do clima da região. Todos os cães precisam de uma cama limpa, seca e quente, além de espaço mínimo para se exercitar e fazer suas necessidades fisiológicas. Esta área deve ser sombreada e bem ventilada. Forneça água fresca e em abundância.

Uma vez que os filhotes são muito curiosos e não conhecem muito bem os perigos que o cercam, é importante restringi-los do acesso a fios elétricos, plantas, escadas e produtos de limpeza.

Fonte: Premier

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